O teste do pai que morre

Pai e filho sofrem um acidente terrível de carro. Alguém chama a ambulância, mas o pai não resiste e morre no local. O filho é socorrido e levado ao hospital às pressas. Ao chegar ao hospital, a pessoa mais competente do centro cirúrgico vê o menino e diz: “Não posso operar esse menino! Ele é meu filho!”

Qual foi seu primeiro pensamento ao ler esse texto?

Recebi esse teste. E resolvi fazer com minha filha e meu filho, de 11 e 9 anos respectivamente.

As respostas foram ótimas. O menino deve ter sido adotado. Ou é filho de dois pais. A mais viajante: o cirurgião recebeu, como médium, o espírito do pai que morreu.

Achei interessante que nenhum dos meus filhos pensou nos típicos episódios de novela mexicana: “Eu não sou seu pai verdadeiro! Seu pai é….” (Darth Vader. Não resisti à piadinha infame).

E fiquei feliz de ninguém ter pensado que a mãe do menino traiu o marido.

Adorei ver que meus filhos naturalizaram a adoção. A união homoafetiva. E até aquelas coisas entre o céu e a terra que nossa vã filosofia não comporta, do mundo espiritual.

Mas eles não naturalizaram o que o teste queria medir:

POR QUE NINGUÉM PENSOU QUE O CENTRO CIRÚRGICO ESTAVA SENDO COMANDADO POR UMA MULHER?

“A pessoa mais competente” é a mãe do menino!

Feliz Dia das Mulheres!

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Um pensamento sobre “O teste do pai que morre

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