Você está esperando seu filho há muito mais de nove meses – outro lado

Trecho do livro “Nós estamos grávidos”:

O tipo de ajuda que as pessoas oferecem é de grande importância. (…) No entanto, é comum a mulher que acabou de ter um filho se ver cercada de muitas pessoas “bem-intencionadas” – amigos, tias, mãe, sogra, babás especializadas em recém-nascidos – que sempre têm um palpite certo para dar ou uma maneira melhor para ensinar. Isso deixa a mãe confusa e atrapalhada, com dificuldade de saber selecionar o que pode aproveitar ou o que deve descartar. A grande diversidade de palpites e opiniões bloqueia a intuição e a sensibilidade da mãe.

Muitas vezes, as pessoas que oferecem ajuda colocam-se em posição de superioridade frente à mãe: “Eu tenho muita experiência com bebês, sei do que necessitam”; “já criei cinco filhos”; “sei como lidar com crianças melhor que você que só tem teoria na cabeça” são frases que fazem com que a mãe se sinta ainda mais insegura, inadequada e incompetente. A mãe, a sogra, a tia ou a babá sabem mais, têm mais prática, e a ulher fica como espectadora, entregando o filho aos cuidados de uma outra pessoa para deixá-lo “a salvo”. Dessa forma, perde a oportunidade de entrar em sintonia com ele.

MALDONADO, Maria Tereza & DICKSTEIN, Julio. “Nós estamos grávidos”. 11 ed.-São Paulo: Saraiva, 2000. p 146

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