Só as mães são felizes – Marusia fala

Acho que no curso “Só as mães são felizes”, faltei às aulas quando ensinaram o módulo “Descobre-se um poço de paciência”. Fui reprovada com louvor. Não tenho a menor paciência para desleixo nem para provocação.

No módulo “As frescuras ficam de lado”, foi uma espécie de transferência – arrumei um bando de frescuras com as crianças, principalmente quando eram bebês, do tipo: ferver Lego (pra esterilizar) e não mudar o relógio para o horário de verão nas viagens (para manter a rotina intacta).

Também não gosto das reuniões de pais e mestres (só gosto das individuais com a professora); andei me arriscando fazendo um rappelzinho por aí;usei fraldas descartáveis, pra desespero dos ecologistas; e tem hora que não estou com muita criatividade para brincar.

Não acho que só as mães são felizes. Penso que todo mundo pode ser feliz se não ficar perdendo tempo em querer ser perfeito (e não só por “alguns instantes”, como diz a reportagem).

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